quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Só um recado
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Newton e coisas rasas
A criatividade nos livra da inércia, e como diria Newton na única frase de física que eu aplico na vida " Toda ação corresponde a uma reação", a criatividade, a força de vontade, a esperança ou até mesmo as obrigações diárias (universidade, trabalhar , etc etc) nos impede de ficar parado na frente de uma tv ou computador não fazendo nada muito útil, nada que nos dê lembranças fantásticas.Hipocrisia não
domingo, 2 de janeiro de 2011
"Que seja doce"
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Corda bamba

Seja sensual, não demais ... seria vulgar , não de menos ... não quer ser uma puritana sem graça. Seja original, diferente, mas não bizarra. Seja feliz, mesmo que doa (ninguém se importa muito com nada além de si mesmo), e lembre-se sempre: não seja muito, não seja pouco. Seja inteligente, nada muito acentuado, nada de ser a nerd sabichona, mas inteligente sim, o suficiente pra não fazer ninguém passar vergonha, as pessoas não gostam de andar acompanhado de uma 'porta', pega mal, entende ?
Oi pessoas (que eu não sei se realmente existem),
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
faxina

Hoje andei revendo meus conceitos , dando uma atenção mínima a essa bagunça que tá dentro de mim, a essa soma de sentimentos confusos e contraditórios que acabam por se anular, sem de nada me servir . Olhei cada pequeno amor , e vi que nem coladoumnooutro iam me fazer alguma diferença , e já que não me acrescenta eu descarto né ? É, é melhor, é como aquele livro que eu sei que nunca vou ler, simplesmente porque não me conquista pela capa e prefácio, é como aquele cantor que não importa as indicações, eu não vou baixar, não é o momento. Olhei um outro tipo de amor, o próprio, o que me ajuda no momento em que o espelho me critica , o que me levanta quando eu deixo um dos amores pequenos ficar maior que eu, me engolir e me maltratar, que amor feliz é esse! Que amor raro de se ter ! Por isso eu arrumei um espaço grande pra esse que ignorei por tanto tempo. No meio de todos aqueles textos e sentimentos amotoados eu não consegui deixar de ver uma espécie de bicho-papão encolhido no canto da sala , não precisei pensar pra reconhecer , era o medo . Olhei pra ele com atenção, ele olhou pra mim, me implorando pra ficar, me disse que sempre me serviu, sempre me ajudou, chegou até a dizer que me trouxe até aqui. O olhar dele dava pena, revirei umas fotos de um álbum que tava na minha mão e olhei praqueles sorrisos, praquelas festas e abraços e beijos e noites inesquecíveis, olhei pra ele de novo , olhei de volta pras fotos, ele não estava lá , e fazia todo sentido , por que ele estaria ? Se esse tempo todos se me barrou, só me impediu de arriscar, de viver, de ser feliz . Me aproximei como se fosse lhe abraçar, e disso serviu o mínimo estoque de falsidade que eu tinha, o segurei pela nuca e o joguei pela janela , do último andar de mim, e que a queda seja dolorosa. É , por ora me sinto mais organizada sim, vejo a felicidade flutuando por aí e tenho certeza que fiz um bom trabalho . Depois eu volto pra matar a saudade, ela que se prepare.
clara delfino